Prefeito nota 10: Gestão Rodrigo Borges recebe nota A do Tesouro Nacional na Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do município, e a Câmara tá devendo a população

OPinião do editor
Por Carlinhos DJ, jornalista editor do imprensa livre há 34 anos
A gestão do prefeito Rodrigo Borges pontua um momento político importante para a cidade mostrando que é um (prefeito nota 10).
Conseguir uma Nota A na Capacidade de Pagamento (CAPAG) do Tesouro Nacional não é um mero detalhe burocrático; é o selo máximo de saúde financeira que um município pode receber do Governo Federal.
Mostra que a prefeitura está arrecadando bem e gastando com equilíbrio, sem contrair dívidas impagáveis.
Cidades com nota A têm o aval da União para conseguir empréstimos e financiamentos grandes com juros muito mais baixos.
Isso se traduz em verba para as grandes obras que a população tanto cobra.
A Nota A refere-se à avaliação do Tesouro Nacional (Siconfi), que mede a Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do município.
A manutenção do conceito máximo funciona como um aval de bom pagador (CAPAG), facilitando a captação de recursos e a assinatura de novos convênios e investimentos com o governo estadual e federal.
Em vez de se desgastar em palanques antecipados, focar na entrega técnica e no equilíbrio de caixa é uma estratégia que constrói uma blindagem sólida contra as críticas da oposição.
Por outro lado não posso dizer o mesmo, ``infelizmente´´:
Quando os cidadãos reservam um tempo para acompanhar uma sessão da Câmara, a expectativa é ver os problemas reais dos bairros sendo debatidos como saneamento, saúde, infraestrutura e segurança.
Quando a gestão da presidente da Câmara de Guarapari, Sabrina Astori, deixa de atingir a nota máxima(A) o impacto político e social é inevitável.
A ausência de avaliações de excelência gera munição política para a oposição e levanta dúvidas legítimas na população sobre a clareza e a aplicação dos recursos públicos no Legislativo.
Para os vereadores, a cobrança é ainda mais direta, pois a imagem da Casa de Leis afeta a todos de forma coletiva.
Quando o parlamentar usa a tribuna da casa de leis em um espaço público com transmissão ao vivo pela tv local (custeados pelo contribuinte) com discurso de pré campanha para o seu "apadrinhado" passa para população um sentimento de que as prioridades estão invertidas.
Enquanto o debate no Legislativo local parece inclinar para a disputa partidária de olho nas próximas eleições, o Executivo tenta usar a governança e os números para demonstrar estabilidade.
É o tipo de cabo de guerra político onde, no fim das contas, quem vai julgar qual postura foi mais benéfica para o município é o próprio eleitor de Guarapari.
``Até a próxima´´.....
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