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Votar em candidato que conhece Guarapari, mora e mantém escritório na cidade para atender seu eleitor e cumpra o mandato, é o que pede o eleitor!

Votar em candidato que conhece Guarapari, mora e mantém escritório na cidade para atender seu eleitor e cumpra o mandato, é o que pede o eleitor!

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Opinião do editor

Por Carlinhos DJ, jornalista editor do imprensa livre há 34 anos

 Da redação sucursal de Brasília 

Minha opinião resume uma frustração real de quem vota com base no desenvolvimento regional.

 

Para o cidadão comum, ter um deputado estadual que mora, vive e mantém um escritório na mesma cidade (Guarapari) traz vantagens práticas no dia dia do cidadão, principalmente de baixa renda. 
 

É mais fácil cobrar demandas de infraestrutura, saúde e turismo local se o político circula pelas mesmas ruas.
 

Isso, elimina o custo e o tempo de deslocamento até a Assembleia Legislativa (ALES), em Vitória.
 

Existe a expectativa natural de que alguém da terra conheça os problemas locais melhor do que ninguém.

 

O ponto que gera maior revolta do nosso público é o deputado se afastar e deixar a vaga para um suplente de outra região.


Convites para o Executivo, muitas vezes, um deputado eleito aceita se afastar do cargo para assumir uma Secretaria de Estado (como Saúde, Segurança ou Turismo) a convite do Governador.

 

A justificativa política costuma ser que, como secretário, ele terá "a caneta" para liberar ainda mais verbas e projetos para sua cidade natal do que teria como um único mandato de deputado na ALES.

 

Mesmo assim isso não foi combinado com seu eleitor que votou para ter um deputado estadual na cadeira da ALES representando Guarapari.

 

Pela legislação eleitoral brasileira, a vaga pertence ao partido ou à coligação, e não à base geográfica do candidato.

 

Portanto, o suplente assume por direito legal, mesmo que seja de uma região completamente diferente ele vai focar suas emendas e projetos na sua própria base eleitoral.
 


Minha opinião final é, ("por que ele não pediu autorização?") expõe um descompasso entre a expectativa moral do eleitor e a realidade legal do mandato.

 

 

A "cobrança" ou a punição por essa escolha acaba ficando ao julgamento do eleitor nessa eleição.

 

``Até a proxima´´......

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