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Flávio Bolsonaro quer ser presidente entregando a soberania do Brasil, como seu pai que tentou continuar na presidência mesmo perdendo a eleição

Flávio Bolsonaro quer ser presidente entregando a soberania do Brasil, como seu pai que tentou continuar na presidência mesmo perdendo a eleição

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OPinião do editor 

Por Carlinhos DJ, jornalista editor do imprensa livre há 34 anos

As investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal (STF) revelaram um plano de articulação golpista para subverter a transição de poder em 2022 e manter Jair Bolsonaro na presidência. 

 

O ex-presidente foi alvo de ações penais por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e associação criminosa.

 

As investigações apontaram para a elaboração de minutas de decreto e reuniões com cúpulas militares para impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou Bolsonaro inelegível até 2030 devido a abuso de poder político.

 

O ex-presidente cumpre pena em prisão domiciliar, com processos e recursos em andamento na Suprema Corte.

 

Flávio Bolsonaro tem sido alvo de fortes críticas da base governista, que o acusa de adotar uma postura entreguista após se reunir com o presidente americano Donald Trump e pedir que o governo dos EUA classificasse o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. 

 

As discussões e críticas sobre o movimento político do senador dividem-se em dois principais pontos de debate:

 

Críticos do governo e partidos de oposição classificam as articulações em Washington como uma tentativa de submeter o Brasil a tutelas estrangeiras, abrindo brechas na legislação interna para uma possível intervenção militar em solo brasileiro. 

 

Sobre o cenário eleitoral, o senador é pré-candidato à presidência, tem oscilado nas pesquisas contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Histórico dos EUA na América Latina: 

 

Tanto o cerco a Cuba, quanto a invasão à Venezuela e sequestro do presidente Nicolas Maduro, em janeiro deste ano, são ações que os Estados Unidos (EUA) realizam usando como justificativa o combate ao terrorismo ou ao narcotráfico.

 

Maduro foi acusado de comandar uma suposta organização narcotraficante, dizendo que o país seria um “narco Estado”, classificação rejeitada por especialistas. 

 

Após a captura do chefe de Estado em Caracas, os EUA recuaram na associação de Maduro ao suposto Cartel de Los Soles, que especialistas questionam que seja uma facção criminosa.

 

Cuba é apontado pelos EUA como “país que apoia o terrorismo”, apesar da classificação ser rejeitada pela maior parte da comunidade internacional por falta de provas ou indícios. 

 

Porém, tal classificação é usada para justificar o bloqueio econômico e energético pelo qual passa a ilha de quase 11 milhões de habitantes, causando problemas sociais.  

 

“Crime organizado é um mal que tem que ser combatido´´.

 

Cooperação internacional é bem-vinda, especialmente em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas.

 

Como  disse o assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ``pretexto para intervenção é inaceitável".

``Até a próxima´´......

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