Escala 6x1 no Senado: Alcolumbre tem o controle da pauta e vem evitando que vá ao Plenário para votação a pedido de Bolsonaristas e Flavio Bolsonaro
Opínião do editor
Por Carlinhos DJ, jornalista editor do imprensa livre há 34 anos
Minha opinião, reflete o cenário político real dos bastidores do Congresso, onde o ritmo de votação de grandes temas sociais é moldado por estratégias partidárias e o calendário eleitoral.
A tramitação da PEC do Fim da Escala 6x1 (PEC 221/2019) no Senado mostra como a dinâmica funciona na prática.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem o controle da pauta e do ritmo da Casa.
Ele vem segurando o andamento do texto, evitando que a proposta vá direto ao Plenário para votação a pedido de Senadores Bolsonaristas e Flávio Bolsonaro.
Alcolumbre declarou formalmente que o Senado não é obrigado a apenas "carimbar" o que vem da Câmara dos Deputados e que a matéria precisa seguir o rito regimental rígido, passando primeiro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Fontes do imprensa livre no Senado:
Interlocutores políticos apontam que o ritmo lento serve para empurrar o desgaste ou a decisão para o período pós-eleições, tentando equilibrar as pressões das redes sociais e dos trabalhadores (que querem a aprovação) com o forte lobby do setor patronal (comércio, indústria e varejo), que pede o travamento da medida.
A Estratégia da Oposição (Bancada Bolsonarista)
Parlamentares da oposição, representados por lideranças como o senador Flávio Bolsonaro e o líder da oposição Rogério Marinho, atuam em outra frente para esvaziar a proposta vinda da Câmara.
Eles apresentaram uma contraproposta, apelidada de PEC do Trabalho Flexível(PEC 12/2026).
Esse texto alternativo mantém a escala 6x1 permitida e cria o modelo de "remuneração por hora trabalhada", além de abrir espaço para contratos e negociações individuais diretas entre patrão e empregado.
Para sindicatos e defensores da proposta original, essa PEC alternativa é vista como uma manobra apoiada pelo setor empresarial para travar a redução da jornada e esvaziar a mobilização popular e desgastar a imagem do presidente Lula que vem subindo nas pesquisas.
Por ser um ano eleitoral, o cálculo político é sensível:
Votar "não" gera desgaste com o eleitorado trabalhador, mas votar "sim" gera atrito com grandes financiadores de campanha de Bolsonaristas.
Manter o projeto tramitando lentamente nas comissões é a principal ferramenta utilizada pela cúpula do Senado para ganhar tempo em meio a esse fogo cruzado e desgastes de Flávio em sua pré campanha.
``Atè a próxima´´...
Votar em candidato que conhece Guarapari, mora e mantém escritório na cidade para atender seu eleitor e cumpra o mandato, é o que pede o eleitor!
Clique aqui e confira mais detalhes sobre Votar em candidato que conhece Guarapari, mora e mantém escritório na cidade para atender seu eleitor e cumpra o mandato, é o que pede o eleitor! Saiba Mais +
Acabou a pré-campanha com dinheiro público, agora a corrida vai ficar mais justa, entenda...
Clique aqui e confira mais detalhes sobre Acabou a pré-campanha com dinheiro público, agora a corrida vai ficar mais justa, entenda... Saiba Mais +
Prefeito nota 10: Gestão Rodrigo Borges recebe nota A do Tesouro Nacional na Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do município, e a Câmara tá devendo a população
Clique aqui e confira mais detalhes sobre Prefeito nota 10: Gestão Rodrigo Borges recebe nota A do Tesouro Nacional na Qualidade da Informação Contábil e Fiscal do município, e a Câmara tá devendo a população Saiba Mais +







